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O Voto não é um bilhete de loteria

“O Brasil sofre de uma obesidade estatal crônica. As prioridades da União precisam refletir as necessidades de quem está na ponta, que é nos municípios. Precisamos de representantes que entendam que a riqueza de uma nação vem do trabalho e da liberdade, e não de canetadas governamentais que tentam controlar o mercado e a vida do cidadão”

O dia 4 de abril marcou o fim do prazo para desincompatibilização eleitoral e, com ele, vimos a habitual dança das cadeiras da política brasileira. Muitos me questionaram se eu deixaria a prefeitura de Agudo para buscar uma cadeira na Assembleia Legislativa. Após refletir sobre o papel que desempenho hoje, decidi que o meu caminho é concluir o mandato para o qual fui eleito. Acredito que, neste momento, o compromisso com os projetos em andamento deve vir antes de qualquer nova aspiração política.

Mas, como gestor público, não posso me ausentar sobre o que está em jogo nas eleições gerais deste ano. Afinal, a democracia não se resume ao ato de depositar um voto na urna. Não estamos apenas escolhendo nomes, mas modelos de nação. Por isso, precisamos encarar as eleições não como um evento isolado, mas como o momento em que a sociedade decide o peso que o Estado terá sobre a vida de cada um de nós.

O momento exige que as nossas escolhas estejam rigorosamente alinhadas às prioridades que defendemos. Não adianta pregarmos eficiência, gestão técnica e liberdade econômica aqui na nossa cidade, se na hora de escolhermos nossos representantes para o Estado e para a União, nos deixarmos seduzir por discursos assistencialistas ou por políticos que veem o orçamento público como um patrimônio particular.

O Brasil sofre de uma obesidade estatal crônica. As prioridades da União precisam refletir as necessidades de quem está na ponta, que é nos municípios. Precisamos de representantes que entendam que a riqueza de uma nação vem do trabalho e da liberdade, e não de canetadas governamentais que tentam controlar o mercado e a vida do cidadão.

“O voto precisa ser um espelho do que queremos para o futuro: um país onde a prioridade é a eficiência. Continuarei aqui, conduzindo os projetos e fortalecendo o nosso município como um exemplo de desenvolvimento”

Manter a palavra e ficar na prefeitura é, para mim, um ato político de firmeza frente a uma cultura de abandonar projetos pelo meio. O voto precisa ser um espelho do que queremos para o futuro: um país onde a prioridade é a eficiência. Continuarei aqui, conduzindo os projetos e fortalecendo o nosso município como um exemplo de desenvolvimento. Mas estarei atento e crítico. Não podemos permitir que o Brasil retroceda enquanto nós, na ponta, lutamos para avançar. O futuro não é uma questão de sorte; é uma questão de escolha.

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