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Ranolfo Vieira Júnior assume Casa Civil e reforça articulação política do governo do RS

O ex-governador Ranolfo Vieira Júnior foi anunciado nesta terça-feira (7) como novo chefe da Casa Civil do governo do Rio Grande do Sul. A nomeação integra uma reestruturação no primeiro escalão promovida pelo governador Eduardo Leite, com foco na ampliação da coordenação política e administrativa da gestão.

Ranolfo assume o posto anteriormente ocupado por Artur Lemos, que passa a comandar a Secretaria Geral de Governo — uma nova estrutura dentro da reorganização do Executivo estadual.

A chegada do ex-governador à Casa Civil ocorre em um momento estratégico, marcado por ajustes internos e pela preparação do governo para o cenário político que antecede as eleições de 2026. A pasta é considerada uma das mais relevantes da administração, responsável pela articulação entre secretarias, interlocução com o Legislativo e alinhamento institucional.

Trajetória e experiência

Com mais de três décadas de atuação no serviço público, Ranolfo construiu carreira como delegado da Polícia Civil e ocupou cargos de destaque na segurança pública. Ele foi chefe da Polícia Civil do Estado e presidiu o Conselho Nacional de Chefes de Polícia.

Na política, foi eleito vice-governador em 2018 na chapa de Eduardo Leite e acumulou a função de secretário da Segurança Pública. Em 2022, assumiu o comando do Estado após a renúncia de Leite, permanecendo no cargo até o fim do mandato.

Após deixar o governo, passou a atuar no Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), onde chegou à presidência e permaneceu até outubro de 2025.

Nova função no Executivo

Ao assumir a Casa Civil, Ranolfo terá como principal missão fortalecer a articulação política do governo e dar maior fluidez à execução de políticas públicas. A expectativa do Palácio Piratini é que sua experiência institucional contribua para a coordenação estratégica das ações do Executivo.

A reforma administrativa anunciada por Eduardo Leite inclui ainda mudanças em outras pastas e a criação de novas estruturas, sinalizando uma tentativa de reorganizar a gestão e ampliar a eficiência administrativa diante dos desafios do Estado.

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