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06/09/2021

POR  EDUARDO LEITE
A cada Expointer, o Rio Grande do Sul reencontra suas virtudes. Entre todos os aspectos positivos que podemos enxergar durante a maior feira agropecuária da América Latina, destaco a energia empreendedora que percebemos em cada atividade e estande. Esta será mais uma feira organizada em meio à pandemia, desta vez com presença de público e respeitando todos os protocolos, sinalizando, mais uma vez, a incrível capacidade de resistência e reinvenção dos gaúchos. Apesar de diferente, será um evento com o mesmo DNA de inovação.

Desde 2019, conduzimos um projeto de desenvolvimento que concilia novas perspectivas com a aposta em setores tradicionais da economia gaúcha. Buscamos criar alternativas promissoras, mas sem esquecer dos fundamentos que geraram a riqueza do Rio Grande do Sul ao longo da nossa história. A Expointer talvez seja um dos momentos mais simbólicos para expressar essa convicção, porque é o lugar em que a tradição se mistura à tecnologia para revelar o melhor da nossa produção. Onde parte expressiva do nosso Produto Interno Bruto (PIB) se expõe para celebrar nossa rica personalidade produtiva.

Em 2021, chegamos a mais uma edição da feira em meio a novos e tradicionais desafios. Do ponto de vista do setor público, estamos nos reorganizando para superar a fase de paralisia e transformarmos o governo em uma fonte indutora do empreendedorismo. Recuperar a capacidade financeira do Estado justamente para ampliar investimentos e assegurar que o setor empresarial cumpra o seu papel na geração de emprego e renda. Ao aplicarmos R$ 1,3 bilhão em um Plano de Obras, iremos melhorar as condições de escoamento da produção e gerar ganhos logísticos fundamentais para a nossa economia.

Será uma feira marcada por um contexto positivo para o agronegócio gaúcho. De um lado, uma safra especial, depois de um ano também assombrado por estiagem. De outro, os expositores irão experimentar as possibilidades abertas pelo novo status sanitário como zona livre de aftosa sem vacinação, o que abre perspectivas para 70% do mercado global de carnes, que estavam inacessíveis à produção gaúcha. Neste cenário promissor, estamos fazendo um evento de retomada, seguindo protocolos e definindo caminhos para outras feiras, um dos setores mais afetados pelas restrições adotadas por conta da pandemia da Covid-19.

É uma Expointer de parcerias, de composição. Iniciativa privada e setor público têm uma tarefa em comum nesse momento, que vai além da colaboração em oportunidades específicas. Temos a tarefa de agir para melhorar as condições de produção do país. Precisamos dessa aliança para melhorar o ambiente de gestão, trazendo mais racionalidade, previsibilidade, responsabilidade e liberdade, para que os efeitos do esforço de empreender sejam gerados com segurança.


 
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