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09/09/2019

A  situação de centenas de famílias que há anos residem em áreas no entorno das linhas da rede férrea da União – hoje concedidas a iniciativa privada – e que nos últimos meses estão sendo acionadas a deixarem suas moradias, em cidades como Alegrete, Cruz Alta, Santa Maria e Uruguaiana, é um tema que preocupa lideranças políticas como o presidente da Famurs, Dudu Freire, e o deputado Eduardo Loureiro. Nesta semana, ambos estiveram reunidos com representantes das defensorias públicas da União e do Estado para articular uma estratégia conjunta no sentido de mediar o problema e evitar as ações de despejo que estão trazendo aflição a milhares de famílias em vários municípios gaúchos.

A reunião ocorreu na sede da Famurs em Porto Alegre, com participação do vereador Moisés Fontoura, de Alegrete, município onde mil famílias passam pelo drama de ter que abandonar suas residências, mesmo que o ramal ferroviário que passa próximo das casas esteja desativado há mais de 10 anos. A situação é ainda mais preocupante porque muitos moradores estão na área há décadas e todas as residências são registradas nas prefeituras e os proprietários pagam IPTU pelos imóveis.

De acordo com informações dos defensores públicos Atanasio Lucero Junior e Isabel Wexel, o problema está ocorrendo, em maior ou menor grau de complexidade, em 37 municípios gaúchos, por isso eles saúdam a participação da Famurs na busca de soluções. Recentemente, em Alegrete, a Comissão de Assuntos Municipais da Assembleia Legislativa, por iniciativa do deputado Eduardo Loureiro, foi realizada uma audiência pública para debater a questão.
ASCOM FAMURS

 
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