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02/07/2019

Considerado  um dos dias mais importantes da gestão de Eduardo Leite até aqui, a terça-feira (2/7) do governador começou com um café da manhã com deputados estaduais, no Galpão Crioulo do Palácio Piratini. Junto de secretários de Estado, Leite recebeu 34 parlamentares para discutir os últimos detalhes envolvendo a votação dos projetos de privatização da CEEE, da CRM e da Sulgás.

Prevista para entrar na pauta da Assembleia Legislativa às 14h, a venda das três estatais é considerada fundamental para a retomada do desenvolvimento do Rio Grande do Sul, pois é a última de uma série de exigências impostas pelo governo federal para que o Estado possa aderir ao Regime de Recuperação Fiscal (RRF).

“O RRF não é mais uma opção para o RS, é uma necessidade, porque já deixamos de pagar R$ 5 bilhões da dívida com a União. Se não aderirmos ao acordo, seremos obrigados a voltar a pagar as parcelas de R$ 300 milhões mensais e mais os R$ 5 bilhões. Então, além de deixarmos de arrecadar com a venda das estatais, ainda teremos de pagar imediatamente essa dívida. Trata-se, portanto, de evitarmos o caos no Estado e ainda de criarmos condições de nos recuperarmos dessa crise”, iniciou dizendo o governador.
Leite destacou, ainda, que as privatizações são uma oportunidade de desenvolvimento econômico, porque os compradores serão chamados a investir nos setores atualmente gerenciados pelas estatais – energia elétrica, mineração e gás. Além disso, acrescentou, a economia poderá ser beneficiada com a geração de empregos que ocorrerá a partir dos investimentos que serão feitos.

O governador voltou a reforçar que os recursos da venda das estatais serão empregados para quitar passivos, ou seja, dívidas do Estado, e não para o custeio da máquina pública.

Por fim, Leite agradeceu pela parceria dos deputados desde a aprovação do projeto que retirou a exigência de plebiscito para as privatizações. “Estou muito confiante no futuro do RS com a possibilidade do que podemos construir juntos, Executivo e Legislativo”, acrescentou.

 
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