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18/09/2017



O  governador José Ivo Sartori afirmou, nesse sábado (16), que o objetivo do governo é entregar o Regime de Recuperação Fiscal ao governo federal nos próximos dias. "A conversa com a União já se estende há algum tempo. Queremos fazê-lo bem feito. As soluções precisam ser rápidas, pois saúde, educação, segurança, infraestrutura e políticas sociais são nossa prioridade e precisamos de recursos", disse em entrevista ao programa Governo e Comunidade.
A adesão ao plano de recuperação fiscal - que prevê ajuda federal com suspensão do pagamento da dívida por três anos e recursos financeiros - é a aposta do Estado para minimizar a crise econômica e impedir o colapso dos serviços públicos. Com a adesão, o déficit público de R$ 6,9 bilhões previsto para 2018 diminuiria para 3,1 bilhões.
Para Sartori, é essencial a colaboração da Assembleia Legislativa para destravar questões importantes para a saúde financeira estadual, como o plebiscito da privatização de estatais (CEEE, Sulgás e Companhia Riograndense de Mineração). "Desde o ínicio do governo a intenção é que a população pudesse decidir através de plebiscitos", destacou.

O aumento do PIB gaúcho e a abertura de novas vagas de trabalho na GM também foram assuntos durante o programa. Na avaliação do governador, a agropecuária mais uma vez teve papel fundamental. "O crescimento está ligado à agropecuária e à supersafra de 2017: crescemos economicamente 2,1%, enquanto no resto do Brasil ficou zerado", comemorou.

Já na GM, aproximadamente 1,7 mil novos empregos foram gerados. "Isso mostra que acertamos quando mexemos no setor automotivo com o projeto Fundopem", ressaltou. "É um alento para muitas famílias que terão a oportunidade de voltar ao mercado de trabalho", acrescentou.


Melhorar o futuro

Por fim, Sartori lembrou da apresentação do Relatório Anual 2016 RS Futuro, feita no dia 11 de setembro, marcando a comemoração de um ano de vigência do Plano de Previdência Complementar (RS Prev) dos servidores gaúchos. Desde agosto de 2016, o regime permite que os novos servidores civis efetivos do Executivo, Assembleia Legislativa, Judiciário, Ministério Público, Tribunal de Contas e Defensoria Pública planejem suas aposentadorias.
"Mesmo com as mudanças que implementamos, o equilíbrio na previdência só se dará no longo prazo, daqui a 25 ou 30 anos", projetou. A previsão é de que, até o final do ano, quase 60% da folha de pagamento seja para aposentados", finalizou.
Com duração de cinco minutos, o programa Governo e Comunidade trata de temas que foram notícia durante a semana e dos principais assuntos envolvendo o Executivo. É gravado na Rádio Web Piratini e veiculado aos sábados por emissoras de rádio gaúchas.



Texto e edição: Secom

 
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